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Curiosidades do Pará

Fatos surpreendentes sobre natureza, cultura, gastronomia e história paraense.

Você sabia que a polícia do Marajó patrulha montada em búfalo?

Soure tem uma unidade da Polícia Militar que faz ronda montada em búfalo desde 1992 — hoje são 7 animais em serviço ativo, treinados desde filhotes. A ideia surgiu porque búfalos atravessam os mangues (60% do território do Marajó) melhor que cavalo ou viatura, e viraram atração turística por conta própria.

Recorde

Você sabia que o Círio de Nazaré é mais velho que a Independência do Brasil?

A primeira procissão oficial aconteceu em 1793 — quase 30 anos antes do Grito do Ipiranga, em 1822. Quando o Brasil se tornou independente de Portugal, o Círio já era tradição de uma geração inteira em Belém.

História

Você sabia que a maior feira a céu aberto da América Latina vira point de tacacá ao entardecer?

De dia, o Ver-o-Peso é conhecido pelo peixe e pelas ervas medicinais vindas do interior do Pará. Ao cair da tarde, parte do mesmo espaço dá lugar às tacacazeiras — as bancas de tacacá tão tradicionais que viraram Patrimônio Cultural Imaterial de Belém em 2013.

Cultura

Você sabia que dá pra acompanhar a berlinda pelo celular?

O Governo do Pará mantém um aplicativo oficial chamado "Kd a Berlinda" — o nome usa a grafia informal de "cadê", do jeito que o paraense fala no dia a dia — com um mapa ao vivo que mostra a posição exata da berlinda durante o Círio, pra quem não consegue chegar perto da procissão acompanhar de casa.

Cultura

Você sabia que a imagem de Nossa Senhora já foi carregada no colo?

Antes da berlinda existir, a imagem de Nossa Senhora de Nazaré era conduzida no colo do capelão do Palácio do Governo, dentro de um palanquim — uma espécie de liteira fechada, carregada no ombro por até seis homens. A berlinda só passou a ser usada em 1882, puxada por cavalos; a corda entrou três anos depois, em 1885.

História

Você sabia que a corda do Círio já foi proibida?

Entre 1926 e 1930, o então Arcebispo de Belém, Dom João Irineu Joffily, aboliu a corda do Círio — junto com a própria berlinda, substituída por um andor nesse período. As duas tradições voltaram em 1930 e nunca mais saíram da festa.

História

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