Metropolitana de Belém

Corresponde a menos de 1% do território do Pará, mas concentra cerca de um terço da população do estado — uma das primeiras regiões metropolitanas do Brasil, instituída já em 1973. A economia gira em torno de comércio e serviços, com Belém respondendo sozinha por mais de 70% do valor agregado das atividades econômicas da região. É a porta de entrada da Amazônia por rio e ar, e concentra o centro histórico, os mercados e a gastronomia que definem boa parte da identidade paraense.

Cidades publicadas (11)

Ananindeua

Metropolitana de Belém

Conurbada com Belem, 2o municipio mais populoso do Para.

Barcarena

Metropolitana de Belém

Sede do Porto de Vila do Conde e do complexo Albras/Alunorte.

Belém

Região Metropolitana de Belém

Capital do Para, porta de entrada da Amazonia, com centro historico, mercados, igrejas e gastronomia ribeirinha.

Benevides

Metropolitana de Belém

Primeira cidade do Para a libertar pessoas escravizadas, em 1884; polo industrial da RMB.

Bujaru

Metropolitana de Belém

O território de Bujaru foi habitado inicialmente por famílias nordestinas atraídas pela fertilidade das terras; já em 1758 figurava como distrito de São Domingos do Capim. Foi anexado ao distrito-sede de Capim em 1938, desmembrando-se como unidade autônoma em 1943, quando foi elevado à categoria de município pelo Decreto-lei Estadual nº 4.505, de 30 de dezembro daquele ano. O nome vem do Rio Bujaru, cujo significado indígena é "boca da cobra". A economia é majoritariamente agropecuária — Bujaru é o maior produtor de açaí do Pará, com plantio e indústria automatizados. Entre os pontos turísticos estão a Orla de Bujaru (à beira do Rio Guamá, com quiosques e área de lazer, palco do Campeonato de Jet Ski em setembro), a Igreja de Santana (arquitetura colonial) e o Engenho Bom Intento, ruínas de um antigo engenho colonial cercadas por uma samaumeira gigante. A população é de 27.049 habitantes (Censo 2022).

Castanhal

Metropolitana de Belém

Maior cidade do nordeste paraense, entroncamento rodoviario da BR-316.

Inhangapi

Metropolitana de Belém

O nome de Inhangapi, de origem tupi-guarani, significa "Caminho do Diabo" ou "Caminho do Veado". A ocupação do território começou no fim de 1898, com a instalação de um núcleo colonial incentivado pelos governos provinciais desde o período Imperial para atrair colonos à Zona Bragantina, área estratégica pela proximidade com Belém e pela construção da Estrada de Ferro. Foi elevado à categoria de município pela Lei Estadual nº 4.505, de 30 de dezembro de 1943, desmembrado de Castanhal. Cerca de 73% da população vive na zona rural; a economia é primária — produção agrícola, extrativismo vegetal, pecuária, extração de argila e confecção de cerâmica. Um ponto turístico é o Rio Inhanga, sem poluição. A população é de 10.334 habitantes (Censo 2022).

Marituba

Metropolitana de Belém

Nasceu em 1907 como vila ferroviaria da Estrada de Ferro de Braganca.

Santa Bárbara do Pará

Metropolitana de Belém

A cerca de 1h de Belém, Santa Bárbara do Pará integra a Região Metropolitana de Belém. A economia é baseada em comércio, agricultura — com destaque para o cultivo de dendê — e turismo. Entre os eventos de destaque estão o Carna Santa Bárbara (Carnaval), o Arraiá do Bartião (festa junina no último fim de semana de julho, com quadrilhas e carimbó), a Garota Verão (também em fim de julho, na comunidade da Maurícia, praia de frente para a Ilha de Mosqueiro) e o Encanto de Natal (45 dias de iluminação natalina). A população é de cerca de 20 mil habitantes (estimativa IBGE).

Santa Izabel do Pará

Metropolitana de Belém

A origem de Santa Izabel do Pará está ligada à construção da Estrada de Ferro Belém-Bragança, entre os séculos XIX e XX, que trouxe imigrantes nordestinos para povoar a região. O município foi emancipado de Belém em 7 de janeiro de 1934, durante o governo de Magalhães Barata, e integra a Região Metropolitana de Belém desde 2010, a 36 km da capital. É polo industrial de beneficiamento e exportação de caulim, alumina, alumínio e cabos de transmissão de energia. Entre os distritos de destaque estão Caraparu, com o Círio Fluvial e agricultura às margens do Rio Caraparu, e Americano, berço da farinha de tapioca na região. A população é de 73.019 habitantes (Censo 2022).

Santo Antônio do Tauá

Metropolitana de Belém

Santo Antônio do Tauá foi desmembrado de Vigia e do então distrito de João Coelho pela Lei nº 2.460, de 29 de dezembro de 1961; o nome 'Tauá' vem do tupi e significa 'amarelo'. A 63 km de Belém, é procurado por seus balneários de água doce e vilas ribeirinhas. Entre as festividades estão a homenagem ao Espírito Santo (janeiro), a Festa de Santa Maria (segundo domingo de maio), Santo Antônio de Pádua — padroeiro — (13 de junho) e São Raimundo Borralho (agosto). A população é de 27.461 habitantes (Censo 2022).

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