Anhangá
Espírito maléfico da mitologia tupi: persegue e atormenta quem mata animais com filhotes, aparecendo muitas vezes na forma do próprio animal morto. Boto-cor-de-rosa
Entidade do imaginário amazônico: golfinho cor-de-rosa que se transforma em homem bonito nas festas e seduz mulheres ribeirinhas. Caipora
Entidade da floresta: ser maléfico que protege os animais selvagens e persegue caçadores que entram em seu território sem permissão. Caruanã
Espíritos que incorporam nos pajés durante os rituais de pajelança paraense, trazendo curas e revelações do mundo espiritual. Cidade Encantada
Mito recorrente no Pará: cidades inteiras que foram 'encantadas' e submersas nos rios ou na floresta, habitadas por seres que existem numa dimensão paralela. Cobra Grande
Entidade amazônica: serpente gigantesca que vive no fundo dos rios e lagos, capaz de aparecer como barco, ilha ou luz na superfície da água. Curupira
Entidade protetora da floresta: figura com pés voltados para trás que confunde e pune caçadores que matam além do necessário. Encantado
Categoria de seres sobrenaturais do imaginário amazônico que habitam o fundo dos rios em cidades submersas e se manifestam no mundo dos vivos. Encante
No imaginário amazônico: o mundo submerso paralelo que existe no fundo dos rios, habitado pelos encantados e inacessível aos mortais comuns. Iara
Sereia amazônica: mulher bela que vive nos rios e atrai homens para o fundo da água com seu canto irresistível. Jurupari
Entidade maléfica da mitologia tupi-guarani: espírito do mal que os jesuítas identificaram com o diabo, mas que na tradição indígena tem função mais complexa de regulação social. Lenda do Açaí
Mito tupi de origem do açaí: a filha do chefe morta de fome virou o palmeiro que alimenta o povo, e seus frutos carregam o nome revertido — 'Iaçá'. Mãe do Rio
Entidade feminina protetora dos rios amazônicos: espírito que habita os corpos d'água, comanda os peixes e pune quem desrespeita as águas. Mapinguari
Criatura gigante do imaginário amazônico: bípede, coberto de pelos, com um olho e boca no estômago; possivelmente baseado em memória coletiva de megafauna pleistocênica. Matinta Pereira (Matinta Perera)
Lenda da velha/ave que assobia à noite. Pajelança
Prática ritual de cura e comunicação com espíritos de origem indígena, viva no Pará como sistema de medicina e espiritualidade das comunidades ribeirinhas. Sucuriju Gigante
Mito e possível cryptídeo amazônico: relatos de anacondas de tamanho impossível — 20 a 40 metros — avistadas nos rios do Pará e do Amazonas. Uirapuru
Pequeno pássaro amazônico de canto extraordinário: segundo a lenda, quem captura um uirapuru vivo tem o amor eterno garantido. Visagem
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