Brinquedo de Miriti
Artesanato de Abaetetuba feito com a medula da palmeira miriti — barcos, animais e personagens coloridos que flutuam e são Patrimônio Cultural do Brasil. Canoa
O transporte fundamental das comunidades ribeirinhas do Pará — escavada de tronco ou construída de madeira, é o veículo que conecta o mundo amazônico. Cerâmica Marajoara
Arte cerâmica pré-colombiana produzida na Ilha do Marajó entre 400 e 1300 d.C. — considerada um dos apices da arte indígena das Américas. Cesto de Arumã
Cestaria indígena feita com fibra do arumã (bambu amazônico) — artesanato de precisão geométrica produzido pelos povos indígenas do Pará. Chapéu de Palha
Cobertura de cabeça trançada em palha de palmeira — proteção solar indispensável no trabalho rural e pesqueiro do Pará. Cipó-titica
Cipó amazônico (Heteropsis spp.) usado em cestaria, mobiliário e artesanato — matéria-prima fundamental para o artesanato de fibra natural do Pará. Cuia
Recipiente feito da casca do fruto da cuieira — o utensílio tradicional paraense para servir tacacá, açaí e outros pratos do dia a dia. Farinheira
Estrutura comunitária onde a mandioca é processada em farinha — da raspa ao forno, o espaço social e técnico central da produção de farinha paraense. Igarité
Embarcação de madeira coberta com toldo, usada no transporte fluvial de pessoas e carga nos rios do Pará — o táxi fluvial da Amazônia. Jamaxim
Cesto de palha carregado nas costas com apoio na testa — a mochila indígena amazônica para transportar cargas pesadas pela floresta. Matapi
Armadilha cilíndrica de palha trançada para capturar camarão de rio — tecnologia indígena central na pesca artesanal do estuário amazônico. Miriti
Palmeira de várzea amazônica cujos frutos, folhas e medula têm dezenas de usos — da alimentação ao artesanato que é Patrimônio Cultural do Brasil. Paneiro
Cesto grande de palha trançada para carregar e armazenar produtos agrícolas e pesqueiros — utensílio fundamental da vida rural paraense. Panela de barro
Recipiente de cerâmica artesanal para cozinhar — na cozinha paraense, indispensável para pratos que precisam do cozimento lento que só o barro proporciona. Pilão
Recipiente cônico de madeira dura com mão de pilão — usado para triturar pimenta, temperos, piracuí e outros ingredientes na cozinha paraense tradicional. Puçá
Rede pequena de mão em forma de saco, usada para pegar camarão e peixes pequenos em igarapés e nas margens dos rios. Rabeta
Motor de popa adaptado para canoas e pequenos barcos — a propulsão mais comum nos rios e igarapés do interior do Pará. Remo
Instrumento de propulsão da canoa — e objeto de trabalho, de esporte e de identidade na cultura ribeirinha do Pará. Renda de Bilro
Técnica de confecção de renda com fusiformes de madeira (bilros) sobre almofada — tradição artesanal do litoral atlântico do Pará, trazida por colonizadores açorianos. Tabatinga
Argila branca de origem amazônica usada em cerâmica, pintura corporal indígena e decoração — e o nome de uma cidade paraense às margens do Tapajós. Talha
Grande recipiente de barro para armazenar e refrescar água — o geladeira pré-elétrica das casas paraenses, ainda em uso em muitas residências. Terçado
O facão do Pará: lâmina larga de aço usada para abrir roçado, cortar cipó e fazer quase tudo no trabalho da floresta — e a palavra paraense para o que o restante do Brasil chama de 'facão'. Tipiti
Prensa tubular de fibra vegetal trançada usada para espremer a massa da mandioca e extrair o tucupi — tecnologia indígena milenar ainda em uso. Voadeira
Embarcação de alumínio de fundo chato e motor potente — a lancha rápida dos rios do Pará, que desliza sobre a água em alta velocidade. Zarabatana
Instrumento de caça indígena: tubo longo pelo qual se sopra um dardo envenenado com curare — tecnologia de precisão da floresta amazônica. 📖 Ebook completo do Dicionário Paraense — de R$ 39,90 por R$ 19,90 (-50% de lançamento). Acesso vitalício, sempre atualizado.
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